No texto de hoje resolvi falar sobre algo que aconteceu comigo recentemente, onde de certa forma sofri desrespeito, intolerância e preconceito. Esse tema tem persistido a algum tempo em minha cabeça, pois me incomodou profundamente e acredito que tem incomodado mais gente.
Respeito todas as práticas religiosas, denominações e filosofias de vida existentes no planeta Terra. Antes de ser cristão, procurava algo para me apegar e acreditar. Andei estudando profundamente a filosofia budista, rastafári, espiritismo e catolicismo. Porém algo sobrenatural aconteceu comigo quando tinha 19 anos, onde conheci verdadeiramente Deus. Foi a experiência mais emocionante da minha vida, pois senti a presença dele ao meu lado e entendi o seu propósito para a minha vida. Com isso, passei a seguir seus passos e acreditar verdadeiramente em seus ensinamentos que são passados pela bíblia. Outras denominações e filosofias podem professar suas verdades, mas para o meu entendimento a única verdade existente é Jesus Cristo. Isso se chama fé e ponto final!
Alguns dias atrás fui bombardeado por uma pessoa que se autodenomina ateu. Disse que estava de saco cheio dos cristãos que professam a sua fé no Fecebook, com orações, suplicas e evangelismo. Com todo respeito do mundo tentei explicar as raízes do evangelismo cristão, sua cultura, fé e crenças. Porém, percebi que a pessoa já tinha um pré-discurso existente e a todo momento criticava minha fé, julgava-se a detentora da verdade, tentou me convencer que eu estava errado, me "evangelizou" para o ateísmo, fui denominado como "bitolado" e ficava indignada com as atitudes dos cristãos. No final ainda me disse que era muito importante se questionar, dando entender que cristãos são um bando de pessoas com os olhos, ouvidos e bocas fechadas sendo impedidos de pensar e questionar.
Alguns dias atrás fui bombardeado por uma pessoa que se autodenomina ateu. Disse que estava de saco cheio dos cristãos que professam a sua fé no Fecebook, com orações, suplicas e evangelismo. Com todo respeito do mundo tentei explicar as raízes do evangelismo cristão, sua cultura, fé e crenças. Porém, percebi que a pessoa já tinha um pré-discurso existente e a todo momento criticava minha fé, julgava-se a detentora da verdade, tentou me convencer que eu estava errado, me "evangelizou" para o ateísmo, fui denominado como "bitolado" e ficava indignada com as atitudes dos cristãos. No final ainda me disse que era muito importante se questionar, dando entender que cristãos são um bando de pessoas com os olhos, ouvidos e bocas fechadas sendo impedidos de pensar e questionar.
A partir disso, cheguei a conclusão que os indivíduos em geral não gostam de ser submetidos a alguma autoridade. Ninguém nesse mundo gosta de ser interrogado, ser mandado por outra pessoa ou ser obrigado fazer aquilo que não gostaria. Com isso, o mesmo se aplica para pessoas que não acreditam em nenhuma autoridade divida. Na verdade, esses indivíduos não gostam de ser submetidos a uma padronização e se autodenominam donos da sua própria vida. No meu ponto de vista, entendo que essas atitudes são manifestadas pela própria natureza humana, ou seja, ela é interiorizada antes mesmo da pessoa nascer. De fato se tornar ateu não foi uma decisão da própria pessoa, mas essa ideia já estava inscrito em sua natureza.
Dessa forma, se analisarmos esse discurso vamos concluir que as pessoas que acreditam em autoridades divinas são as que mais utilizam a razão (pensar). Decidimos acreditar em um único Deus, no caso cristão, e utilizamos a nossa razão para nos manifestarmos e constantemente renovarmos a nossa fé e professa-la. Isso é ser bitolado? Isso é não questionar? No meu caso, questionei tanto que no final entendi a lógica das coisas e passei a acreditar (pensar) verdadeiramente como tudo se encaixa, como tudo funciona, como tudo tem um sentido. A fé é racional e ponto final!































